Sumário – Nutrição e Degeneração Física

Nutrição & Degeneração Física
por
Weston A. Price

Sumário

Prólogo
Prefácio do Autor
Prefácio por Earnest A. Hooton
Introdução
Capítulo 1 – Porque Buscar Sabedoria nos Povos Primitivos
Capítulo 2 – O Declínio Progressivo da Civilização Moderna
Capítulo 3 – Suíços Isolados e Modernizados
Capítulo 4 – Gaélicos Isolados e Modernizados
Capítulo 5 – Esquimós Isolados e Modernizados
Capítulo 6 – Índios Norte-Americanos Primitivos e Modernizados
Capítulo 7 – Melanésios Isolados e Modernizados
Capítulo 8 – Polinésios Isolados e Modernizados
Capítulo 9 – Tribos Africanas Isoladas e Modernizadas
Capítulo 10 – Aborígines Australianos Isolados e Modernizados
Capítulo 11 – Habitantes das Ilhas do Estreito de Torres Isolados e Modernizados
Capítulo 12 – Maori da Nova Zelândia Isolados e Modernizados
Capítulo 13 – Antigas Civilizações do Peru
Capítulo 14 – Índios Peruanos Isolados e Modernizados
Capítulo 15 – Características das Dietas Primitivas e Modernizadas
Capítulo 16 – Controle de Cáries dos Primitivos
Capítulo 17 – Uma Origem das Deformidades Físicas
Capítulo 18 – Tipos de Doenças e Deformidades Nutricionais Pré-Natal
Capítulo 19 – Deterioração Física, Mental e Moral
Capítulo 20 – Depleção do Solo e Deterioração de Plantas e Animais
Capítulo 21 – Aplicações Práticas da Sabedoria Primitiva

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Aviso

Como muitos puderam perceber, houve uma pausa nas atualizações do site.

Isto foi devido ao falecimento de meu pai, Paulo Guimarães, no começo de dezembro.

Desde o começo do site, ele se dedicava com atualizações quase diárias. Embora com uma frequencia menor de postagens, tentarei continuar com o site no ar.

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Site Crianças na Cozinha

O Crianças na Cozinha é um site literalmente gostoso: começando pelas receitas, passando pela ideia base e fechando na clareza dos textos. Tem a Pat Feldman como “editora chefe” e idealizadora do projeto “Crianças na Cozinha”, que advoga a ida de pais e filhos para a cozinha buscando comprometer os pequenos com uma alimentação saudável, fazendo-os gostar de preparar e comer o próprio alimento e, com isso, fugir dos industrializados.

A Pat é uma engenheira que virou culinarista e, pela sua página de apresentação, dá para imaginar que andou sendo objeto de patrulhamento justamente pelo pessoal que deveria defender o tipo de alimentação que ela preconiza.

Especulações à parte, o site é maduro, muito visitado e muito rico em conteúdo com artigos sobre alimentação, amamentação, autismo, bebês e gravidez, apresenta ainda receitas variadas, incluindo sobremesas levemente adoçadas com mel ou rapadura, uma lojinha para você comprar produtos como compotas, caldo de galinha caipira, caldo de carne, e uma grande variedade de outras comidas, todas caseiras e preparadas dentro das regras do não industrializado e longe dos refinados. E se você prefere fazer em vez de comprar, ela dá as receitas.

Tem ainda um dicionário de ervas e … se quiser saber mais, vá lá verificar pessoalmente.

A propósito, se você tem problemas de dor de cabeça, a Pat escreveu um livro, em conjunto com o médico Alexandre Feldman, seu marido, intitulado “A Dor de Cabeça Morre pela Boca”. No livro, é claro, ela fala da relação entre comida e dor de cabeça, mas não resiste e aborda também os mesmos temas que tratamos aqui como o mito do colesterol, os benefícios dos derivados fermentados do leite, os problemas da soja, etc. Já se o seu problema é enxaqueca, o livro é “Enxaqueca só Tem Quem Quer”, escrito pelo Alexandre Feldman.

Uma recomendação especial a quem está gravida ou teve bebês recentemente: visite o site. Se não por você, faça-o por seu filho ou filha.

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Prefácio do Autor Weston A. Price

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Nutrição e Degeneração Física

Prefácio do Autor

A ótima recepção dada aos meus inúmeros relatórios de estudos de campo entre grupos raciais primitivos e os muitos pedidos por cópias destes breves relatórios e por dados adicionais, junto com a necessidade de fornecer interpretações e aplicações para os dados, levaram-me a consolidar minhas investigações. Houve também muitos pedidos dos meus pacientes e de membros das profissões médica e dentária por relatos concisos quanto ao que eu descobri que poderia ser útil em medidas preventivas. Além disso, eu tenho em mente a oportunidade de ajudar os membros das várias raças primitivas que eu estudei, as quais têm diminuído em números e deteriorado em saúde muito rapidamente no ponto de contato com a nossa civilização moderna. Já que eles têm tanto conhecimento acumulado sendo levado com eles, pareceu importante que os elementos que são tão destrutivos a eles nos contatos modernos devessem ser descobertos e retirados.

Há um profundo sentimento de agradecimento para com os oficiais de muitos países pela enorme gentileza e assistência que eles deram tão entusiasmadamente ao providenciar a oportunidade para estas investigações. Uma lista dessas pessoas é por demais longa para mencioná-las todas pelos nomes. Uma das alegrias do meu trabalho tem sido o privilégio de conhecer os magníficos indivíduos que existem nas vilas distantes almejando seriamente melhorar o bem-estar dos nativos a quem eles representam, mas que ficam confusos com o reconhecimento de que, sujeitos ao plano de modernização, os nativos deterioram em saúde e vêm a ser atingidos pelos nossos tipos modernos de doenças degenerativas. Seria uma sorte se cada um desses trabalhadores pudesse receber uma cópia deste relatório, o qual eles ajudaram a tornar possível.

De modo a tornar esta informação disponível ao maior grupo possível, eu evitei uma linguagem técnica e assim peço a tolerância dos profissionais leitores.

Há alguns indivíduos cuja assistência eu devo reconhecer especificamente: Reverendo Padre John Siegen e Doutor Alfred Gysi da Suíça; Sra. Lulu Herron e Doutor J. Romig do Alasca; o Departamento Indígena em Ottawa; o Departamento de Assuntos Indígenas na capital Washington; os oficiais dos oito arquipélagos estudados no Pacífico; Coronel J. L. Saunders da Nova Zelândia; o Ministro da Saúde da Nova Zelândia; Dr. W. Stewart Ziele de Sydney na Austrália; Sir Herbert Gepp de Melbourne na Austrália; Doutor William M. Hughes, Ministro da Saúde de Canberra; Dr. Cummiston, Diretor-Geral da Saúde da Comunidade da Austrália em Canberra; Doutor Rapael Cilento de Queensland na Austrália; Sr. E. W. Saranealis da Ilha Thursday; o Departamento de Saúde do Kenya na África; o Departamento de Saúde para o Congo Belga em Bruxelas; o Departamento de Parques Nacionais no Congo Belga; o Ministro do Interior do Peru; Doutor Albert Giesecke e Esther Giesecke do Peru; os Diretores de Museus em Sydney e Canberra na Austrália, em Auckland na Nova Zelândia, em Vancouver e Toronto no Canadá, em Washington, Nova York e Chicago nos Estados Unidos, em Juneau no Alasca, em Roma na Itália e no Cairo no Egito; os editores da Ohio State Medical Journal, da Journal of the American Dental Association, da Dental Digest e da Dental Items of Interest; minha fiel secretária Sra. Ruth MacMaster; Professor W. G. Garnett que tão gentilmente cuidou da leitura crítica do original e os editores que forneceram sugestões construtivas e cooperação. Para estes e para muitos outros, eu tenho uma grande dívida e sou profundamente agradecido.

WESTON A. PRICE
Av. Euclid 8926, Cleveland, Ohio. 1938.

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Prefácio por Earnest A. Hooton

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Nutrição e Degeneração Física

Prefácio

Não há nada de novo na observação de que selvagens ou pessoas vivendo em condições primitivas têm, em geral, excelentes dentes. Este fato está em registros baseados em exames casuais de primitivos contemporâneos feitos por viajantes, exploradores e cientistas e é um fato estabelecido com melhor documentação pelos estudos de dentes preservados em coleções de esqueletos de selvagens extintos recentemente ou mais remotamente. Também não é novidade que a maioria das populações civilizadas possui dentes ruins que começam a cariar pouco antes da erupção completa e que a cárie dentária é comum de vir acompanhada por doença periodontal com complicações mais amplas. De fato, este foi um assunto de grande preocupação à profissão de dentista por mais de uma geração, e justificadamente. Um grande número de pesquisas e experiências elaboradas e pacientes foram despendidas neste problema da etiologia e controle da cárie dentária, mas eu não acredito que alguém possa alegar que ele tenha sido resolvido. De qualquer modo, os dentistas ainda estão empenhados em perfurar nossas cáries e obturá-las. Uma grande quantidade de evidências excelentes foi acumulada que indica que a cárie dentária é, em grande parte, ligada à má-nutrição e a dietas deficientes.

Já que nós sabemos há muito tempo que selvagens têm dentes excelentes e que o homem civilizado tem dentes terríveis, me parece que nós fomos extraordinariamente estúpidos em concentrar toda a nossa atenção na tarefa de descobrir o porquê de nossos dentes serem tão pobres, sem nunca nos incomodarmos em aprender o porquê dos selvagens terem dentes bons. O Dr. Weston Price parece ser a única pessoa que possui o bom senso científico para complementar o seu conhecimento das prováveis causas das doenças dentárias com um estudo dos regimes alimentares que estão associados com a saúde dental. Em outras palavras, o Dr. Price realizou um daqueles monumentais trabalhos de pesquisa, o qual deixa qualquer investigador com vontade de se chutar por nunca ter pensado em fazer a mesma coisa. Este é um exemplo do fato de que cientistas realmente talentosos são aqueles que conseguem valorizar o óbvio.

Assim, Dr. Price descobriu o porquê de homens primitivos terem dentes bons e o porquê de seus dentes ficarem ruins quando eles se tornam “civilizados”. Mas, ele não parou aí: ele foi além ao aplicar seu conhecimento adquirido dos selvagens aos problemas de seus irmãos civilizados menos inteligentes. Pois eu acredito que devemos admitir que se selvagens sabem o suficiente para comer as coisas que deixam seus dentes saudáveis, eles são mais inteligentes em assuntos alimentares do que nós somos. Assim, eu considero que o Dr. Price escreveu o que frequentemente chamamos de “um livro profundamente significativo”. A principal diferença entre o trabalho do Dr. Price e de outros livros assim chamados é que, no presente caso, a designação é verdadeira. Eu saúdo o Dr. Price com a mais sincera admiração (do tipo que tem traços de inveja) pois ele desvendou algo que eu gostaria de ter descoberto por mim mesmo.

EARNEST A. HOOTON
Universidade de Harvard
21 de novembro de 1938.

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