Livro: Anticâncer

De autoria de David Servan-Schreiber e editado pela Fontanar, com 284 páginas, é um livro excelente e imprescindível para quem quer um enfoque revelador na relação alimentação e saúde.

Comentários:

Este livro foi o desencadeador de toda uma nova compreensão que resultou na criação deste site.

O autor é um médico psiquiatra, professor das universidades de Pittsburgh nos Estados Unidos e Lyon na França, que foi vítima de câncer há alguns anos. Recebeu o tratamento convencional indicado ao caso e, algum tempo depois, sofreu o retorno da doença. Isso o levou a pesquisar sobre o tema e a alterar drasticamente sua postura diante da medicina e da vida.

Nas palavras do autor, o livro é constituído de:

“A primeira parte apresenta uma nova visão dos mecanismos do câncer, que permite agir para se proteger. Ela é fundada no papel essencial e ainda pouco conhecido do sistema imunológico, na descoberta dos mecanismos inflamatórios que pressupõem o crescimento dos tumores e na possibilidade de bloquear o desenvolvimento deles, impedindo sua realimentação através de novos vasos sanguíneos.”

A partir deste enfoque, o autor desenvolve quatro abordagens:

1. Prevenção contra os desequilíbrios do meio ambiente ocorridos a partir de 1940 e que alimentam a atual epidemia de câncer.

2. Ajuste da alimentação para reduzir os promotores do câncer e para incluir compostos fitoquímicos que trabalham ativamente contra os tumores.

3. Compreensão da influência dos fatores psicológicos que alimentam mecanismos biológicos que agem sobre o câncer.

4. Uso da relação com o próprio corpo para agir sobre o sistema imunológico e acalmar a inflamação que faz crescer os tumores.

Tópicos destacados do livro:

1. Todas as pesquisas sobre o Câncer concordam: os genes contribuem com, no máximo, 15% da mortalidade do câncer. (pág. 15)

2. O autor destaca, através de vários exemplos com camundongos e humanos, o importante papel dos glóbulos brancos ativos em evitar / combater as células do câncer. (págs. 44 a 52)

3. Na página 51 o autor destaca que glóbulos brancos efetivamente ativos dependem muito da qualidade da alimentação, do nível de poluição do meio ambiente, de atividade física e de bem estar emocional.

4. O câncer se serve dos mesmos mecanismos do processo inflamatório para se instalar e crescer. Em muitos casos, o câncer é resultado direto de uma inflamação persistente ou resistente.

5. A primeira parte do sexto capítulo demonstra claramente que há uma epidemia de câncer em andamento e desmonta as apressadas explicações médicas de que há mais cânceres porque as pessoas estão vivendo mais ou porque os mecanismos de diagnósticos melhoraram.

6. O quase desaparecimento do câncer de estômago nos países industrializados (nos outros este câncer não existia) nos últimos 40 anos é devido, basicamente, a fatores ambientais: melhora na distribuição das comidas refrigeradas e à redução nas quantidades usadas nos métodos de conservação à base de nitratros e salgaduras.

7. Falando sobre a dieta que formou nossos genes (a dieta do caçador coletor) e a dieta atual, o autor cita que hoje 56% das calorias que ingerimos provêm de três fontes que não existiam quando nossos genes se desenvolveram:

– Açúcares refinados (de cana, de beterraba, xarope de milho, frutose, …).

– Farinhas brancas (pães, massas, arroz, …).

– Óleos vegetais (soja, girassol, milho, óleos hidrogenados, …).

Estas fontes não contêm nenhuma proteína, nenhuma vitamina, nenhum dos minerais, nenhum dos ácidos graxos ômega 3 necessários às funções do organismo (pág. 78).

8. O biólogo alemão Otto Heinrich Warburg recebeu o prêmio Nobel de medicina por ter descoberto que o metabolismo dos tumores cancerosos era amplamente dependente do seu consumo de glicose. A taxa de glicose no sangue sobe rapidamente após a ingestão de açúcares ou farinhas brancas. (págs. 78 e 79)

9. O autor destaca, a partir da página 85, trabalhos que demonstram que a epidemia de obesidade, inclusive em bebês, é decorrente do desequilíbrio da relação entre os ácidos graxos essenciais ômega 3 e ômega 6 na dieta moderna.

10. O confinamento de animais e sua alimentação com grãos ou derivados de grãos fizeram com que a relação ômega 3 / ômega 6 se deteriorasse, num breve período de 40 anos, entre 1960 e 2000, em 3 vezes na manteiga e no porco, em 4 vezes na carne de boi e em 15 vezes no ovo. (pág. 87)

11. Os ômega 3 são responsáveis, no organismo humano, pelo controle da inflamação, pela fluidificação do sangue, pelo controle do crescimento das células, atuam na constituição do sistema nervoso e tornam as células mais flexíveis, enquanto que os ômega 6 facilitam a fabricação e estocagem de células adiposas, a inflamação, a coagulação e estimulam o crescimento das células. (págs. 86 e 87)

12. O autor é favorável à adição de semente de linho (linhaça) à ração animal para equilibras as taxas Ô 3 / Ô 6. Ele também cita alguma relação entre taxas de câncer e consumo de carnes, frios e laticínios.

13. O capítulo 6 do livro é dedicado ao problema da poluição ambiental pelos poluentes orgânicos persistentes. Normalmente são produtos químicos sintéticos, que não se degradam no ambiente e que, quando ingeridos pelos seres vivos, costumam se acumular em seu tecido adiposo. Estes produtos vão se acumulando ao longo da cadeia alimentar resultando que o urso polar, que vive em uma das regiões menos poluídas do planeta, tenha as mais altas taxas destes produtos em seu organismo.

14. Ainda nesta terceira parte, na página 101, o autor retorna à relação de incidência de câncer e consumo de carne, informando que ainda não se sabe o porquê, mas que entre as possíveis respostas estariam os organoclorados contidos nas gorduras, a forma de preparo (carnes muito assadas acumulam aminas heterocíclicas) ou aos nitritos e nitratos presentes nos embutidos, ou ainda aos xeno estrógenos dos plásticos, com os quais as carnes entram em contato, ou ainda ao fato de que quem come muita carne come menos alimentos anticâncer (quase todos vegetais).

15. No capítulo 8 o autor analisa a fundo os diversos alimentos e suas principais propriedades no auxílio à prevenção ou no apoio ao tratamento do câncer. Recebem destaque: repolhos, brócolis, alho, soja, chá verde, cúrcuma, framboesa, mirtilo e chocolate amargo.

16. Os capítulos seguintes o autor dedica à relação entre mente, atitudes comportamentais, emoções e suas relações com o corpo e a saúde deste. O assunto é tratado de forma bastante fundamentada e só não é apresentado aqui de forma mais detalhada por fugir um pouco ao foco do site.

Quadro resumo dos principais alimentos anticâncer citados pelo autor:

Alimento Princípio Ativo Função
Chá verde EGCG – epigolocatequina – 3 – galato Bloqueia os receptores que desencadeiam a formação de novos vasos.Desintoxicante.
Cúrcuma Curcumina Desencadeia a apoptose (suicídio celular) das células cancerosas.Bloqueia os receptores que desencadeiam a formação de novos vasos.

Interfere na ação dos NF-Kappa B (protetor das células cancerosas contra as defesas do corpo).

Cogumelos Lentinan e outros polissacarídeos Estímulo do sistema imunológico.
Frutas vermelhas (1) Ácido elágico e outros componentes Bloqueia os receptores que desencadeiam a formação de novos vasos.Desintoxicação das células.
Temperos (2) Terpenos Reduzem a proliferação de células cancerosas a induzem à apoptose.
Legumes crucíferos (3) SulforafaneGlocosinolatos

I3C – indole-3-corbinol

Bloqueia os receptores que desencadeiam a formação de novos vasos.Reduzem a proliferação de células cancerosas a induzem à apoptose.

Desintoxicação das células.

Alho, cebola, alho-poró e cebolinha Aliáceos Bloqueia os receptores que desencadeiam a formação de novos vasos.Controle da taxa de açúcar no sangue.
Soja Isoflavonas Bloqueia os receptores que desencadeiam a formação de novos vasos.

(1) Amora, framboesa, morango, mirtilo e também nozes e avelã.

(2) Hortelã, tomilho, manjerona, orégano, mangericão e alecrim.

(3) Couves (de Bruxelas, chinesa, brócolis, couve flor …) e repolhos.

Outras citações: legumes e frutas ricos em caroteno, gengibre, tomate (cozido), algas, cítricos, suco de romã, vinho tinto, chocolate amargo, vitamina D, ômega 3

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Citação: Carta de Pero Vaz de Caminha

Eles não lavram nem criam. Nem há aqui boi ou vaca, cabra, ovelha ou galinha, ou qualquer outro animal que esteja acostumado ao viver do homem. E não comem senão deste inhame, de que aqui há muito, e dessas sementes e frutos que a terra e as árvores de si deitam. E com isto andam tais e tão rijos e tão nédios que o não somos nós tanto, com quanto trigo e legumes comemos.

Contexto da citação: parágrafo da Carta de Pero Vaz de Caminha ao rei D. Manuel.

Fonte: Carta de Pero Vaz de Caminha (página 11 da edição eletrônica da Carta) disponibilizada no endereço:

www.portalabel.org.br/attachments/116_A_CARTA_Pero_Vaz.pdf”.

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Alimentação e Saúde

Nosso conceito:

A alimentação que defendemos se baseia em um conceito que pode ser denominado de “comida de verdade”, “comida de antigamente” ou “comida natural”. É um conceito simples, um pouco amplo, e que envolve toda alimentação que não utilize, ou reduza ao mínimo, comida industrializada e que também evita alimentos produzidos com hormônios, pesticidas, agro-tóxicos e similares.

O preceito fundamental estaria naquela alimentação do paleolítico a alimentação do homem caçador e coletor, que moldou nossos genes, antes mesmo do aparecimento da agricultura, com seus infinitos grãos e os animais com eles alimentados.

Porém, aceitamos algumas, e às vezes muitas, flexibilidades, devidas aos tempos atuais, para não morrermos de fome nem virarmos chatos demais e às vezes por questões de logística, disponibilidade e também sabor, por que não?

O conceito também envolve o incentivo a alimentos que podem auxiliar o organismo a prevenir ou minimizar algumas doenças, talvez até como forma de compensar os deslizes.

Este conceito já foi aplicado, de forma absolutamente radical, no Brasil, durante muitos anos, mas começou a se deteriorar, lentamente, depois de 1.500, com a chegada dos portugueses. Esta deterioração se acelerou fortemente após o fim da segunda guerra mundial, crescendo mais ainda nos últimos anos, com o aparecimento das diversas cadeias empresariais da indústria alimentar, com o nutricionismo e com a engenharia de alimentos.

Detalhando o Conceito:

  1. Óleos vegetais não são comida de verdade. Apenas os azeites (oliva, dendê, coco …) quando extraídos a frio e sem uso de solventes.
  2. Os descendentes dos óleos vegetais também estão condenados: margarina, maionese, gorduras vegetais hidrogenadas, etc.
  3. Logo, os produtos que levam descendentes de óleos vegetais também estão fora, ou seja, metade do que se encontra nos supermercados: bolos, doces, bolachas doces ou salgadas, salgadinhos, batatas chips, etc.
  4. Farinhas refinadas não são comida de verdade. Logo tudo que leva farinha branca, incluindo massas e macarrões, pizza, etc. estão fora da dieta.
  5. E cuidado: o pão integral das padarias e supermercados é, normalmente, feito com farinha branca e farelo de trigo, ou seja, é falsamente integral.
  6. Açúcar também não é comida de verdade, seja ele refinado ou cristal. E cuidado: o açúcar mascavo é, algumas vezes, uma mistura de melaço com açúcar refinado. E mesmo o açúcar mascavo deveria ser evitado.
  7. E tudo que é feito com açúcar, também está fora. Ou seja, sobrou pouca coisa dentro do supermercado.
  8. As carnes são totalmente aceitas nesta dieta, desde que os animais tenham se alimentado com comida de verdade. Ou seja: não vale ração.
  9. Se for possível encontrar um animal alimentado corretamente: vacas que pastam, galinhas que comem minhocas, porcos que fuçam, todos os alimentos deles originados estão dentro. Ou seja, não só a carne será bem vinda como também os ovos, o leite, a manteiga, a banha, etc.

10. Cuidado: peixes criados em tanques são alimentados com ração. Se for salmão, a ração contém corante, senão a carne fica cinza. E peixes do mar, que não comem ração, estão altamente contaminados por mercúrio e produtos químicos sintéticos que não se degradam no ambiente. Quanto maiores (mais superiores na cadeia alimentar) mais mercúrio e produtos químicos acumulados.

11. Quanto aos vegetais, onde encontrá-los sem agrotóxicos, sem passarem por radiação e sem serem geneticamente modificados? De qualquer forma é aconselhável que se coma legumes, frutas e hortaliças em geral, mesmo que não se saiba como foram cultivados do que comer pão de farinha refinada com margarina.

12. Os grãos, que são praticamente tudo o que a agricultura empresarial sabe produzir, como milho, soja, trigo e arroz, contêm ácido fítico, que atua como inibidor da absorção de nutrientes no nosso organismo.

13. Alimentos fermentados, desde que de forma natural, são bem vindos nesta dieta.

14. Outros alimentos como alho, cebola, tomate após algum cozimento, azeite de oliva, peixes pequenos, couve e congêneres, condimentos e ervas, vinho, frutas cítricas e vermelhas são especialmente recomendados.

15. A soja e seus derivados não fermentados não são bem vindos nesta dieta. Apenas os derivados fermentados com tofú e shoyo (de verdade, ou seja, fermentado).

16. A maioria dos conservantes não é recomendada. Embutidos (linguiças, salsichas, paio, …) e defumados (bacon, costelinha, …) devem ser evitados se contiverem nitritos ou nitratos como conservantes. E é muito difícil que não tenham. O que é uma pena.

17. Milho, ervilha, azeitonas e outras conservas são aceitas porque normalmente o único conservante é o sal, apesar da forma como podem ter sido cultivados e de muitas vezes terem excesso de sal.

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Motivação para Criação do Site

Uma doença grave motivou a todos na busca de informação sobre o câncer, suas causas, tratamentos, conseqüências, etc.

Uma primeira descoberta, na verdade a confirmação de uma suspeita, foi a de que há uma indústria muito grande gravitando em torno do câncer (e de outras doenças também, é claro). Aparenta ser uma indústria da saúde, mas na verdade vive da doença e, em princípio, dela necessita para sobreviver. Logo, a última coisa que interessa a esta indústria é o descobrimento de algo que faça com que a doença não apareça, principalmente se este algo estiver fora do domínio desta mesma indústria. Interessa que o câncer exista, e que seja curável, de preferência por meios e métodos modernos e caros.

Um câncer de mama tratado por um plano de saúde custa na faixa dos 100 mil reais. Um tratamento particular não sairia por menos de três vezes este valor.

Um livro escrito por um médico norte-americano que teve câncer puxou a ponta de uma grande meada sobre a alimentação atual e suas conseqüências sobre a saúde humana. Descobrimos que, provavelmente, muitas doenças denominadas modernas têm sua origem na nossa alimentação atual.

Não estamos falando da preocupação com calorias, com comer gorduras nem em dar preferência aos vegetais. Pelo contrário, estamos falando em comermos mais gorduras e mais carnes. Porém de um tipo específico: gorduras, carnes e vegetais não industrializados e pouco processados. Não estamos falando dos conservantes e outros aditivos dos alimentos industrializados, muito embora eles também tenham seu papel na alimentação que defendemos e devam ser evitados. Estamos falando, principalmente, em desconstituir alimentos, refiná-los, dividi-los em partes retirando as que podem estragá-lo ou dar-lhes cor desagradável. Estamos falando em inventar alimentos que nosso organismo nunca foi preparado para receber, como óleos vegetais obtidos a alta pressão e alta temperatura, ou como as gorduras oxidadas do leite em pó ou do ovo em pó, ou como as carnes obtidas em criações altamente concentradas, galinhas que não têm contato com o solo nem comem pequenos animais, em vacas que comem milho ou ração, em batatas cultivadas em solos estéreis, nos quais a vida animal e vegetal são eliminadas e só as batatas sobrevivem, se alimentando de NPK, num solo sem minhocas nem micro-nutrientes nem micorrizas.

Estamos falando de alimentos pobres e, em alguns casos, que envenenam nosso organismo, ou nos engordam sem sabermos por que. E quanto mais reduzimos as calorias, mais obesos nos tornamos. E quanto mais ligth é a nossa margarina, mais gordos ficamos.

E quanto mais comemos daquilo que as propagandas e as revistas e os médicos e nutricionistas nos ensinam, mais exercícios temos que fazer, menos calorias temos que comer e a vida vira um inferno. E, mesmo assim, as taxas de obesidade crescem, algumas doenças recentemente clássicas viram epidemias, como o diabetes, alguns cânceres, doenças cardio-vasculares, etc.

E, no meio de leituras e estudos sobre o câncer, entrou, meio que de bobeira nesta história, o colesterol, que todos conhecemos como sendo o grande vilão da sociedade moderna, que deve ser combatido e coisa e tal, e descobrimos que a história não é bem essa. Que na verdade o colesterol, para começar, nem é uma gordura, é um álcool. Mais ainda, em vez de entupir artérias, ele conserta danos em suas paredes. Por isso que quando alguém tem um problema vascular, está cheio de colesterol no ponto onde ocorre o problema – ele foi lá consertar um dano, que talvez tenha sido causado, ironicamente, pela margarina light que comemos justamente para baixar o colesterol. E descobrimos muitos outros estudos e histórias sobre o colesterol que iremos, no devido tempo, comentar.

E surgiu, no meio dos estudos e buscas, um dentista que, na primeira metade do século passado, estudou a relação entre estrutura facial, saúde bucal e alimentação, chegando a resultados impressionantes: quanto mais natural a comida, mais saudáveis as pessoas e quanto mais industrializada a comida, menos saudáveis as pessoas.

E descobrimos também que há muitas pessoas, pelo mundo todo, estudando e divulgando coisas referentes à relação entre alimentação e saúde, em diversos graus de profundidade e de radicalismo, chegando ao ponto de haver pessoas que se alimentam sem nenhum carboidrato.

É sobre isso que trataremos neste site: relação entre alimentação e suas conseqüências não só sobre os seres humanos, mas também sobre os animais dos quais nos alimentamos. Sabemos ser impossível, hoje em dia, ter uma alimentação totalmente saudável, sem farinhas refinadas, com ovos de galinha caipira, com carnes de animais criados e alimentados da forma como a natureza os programou, sem açúcar, sem aditivos, sem agrotóxicos, … Mas sabemos que há muito que pode ser feito para evitarmos as principais doenças que recentemente inventamos.

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